Hoje a imprensa capixaba deu enfase a proposta do MEC sobre o Kit contra o homofobismo Sairam às ruas, ´pedindo opiniões de pais e comunidade a respeito da ação do governo (MEC).Claro, que como mãe (e da forma que a imprensa coloca), a resposta seria negativa... Observando que a imprensa tratou do assunto a formar uma opinião generalizada e de grau comum, digo isso quanto à pergunta abordada para o tema. “- O que o Sr. acha a respeito da decisão do MEC em distribuir kit contra homo fobismo?” É óbvio que a resposta não seria das melhores, pois a responsabilidade da imprensa é apurar fatos e as politicas nas quais esse assunto será abordado. Penso que no meu País a maioria dos temas viram polêmicas, por serem mal explicadas e elaboradas, claro que, a soma de uma constituição arcaica e uma educação nada avançada me leva a crer que isso seria negativo para a educação, e será , se as pessoas não obtiverem senso critico e responsabilidade para abordar não apenas o tema de “homofobia”, mas, quaisquer temas que nos leva a depreciação ou conflito de interesses e valores. Bem, digo isso, porque penso que a imprensa tem o poder de formar opiniões, sendo elas negativas ou positivas, por isso, deve-se atentar para as formas em que o “tal' kit vai ser entregue e/ou abordado. Vamos combinar que criança de 7 (sete) anos, já se deparou com um homo sexual pelas ruas, ou dentro de sua própria família (afinal, não estamos tratando de nenhum ET, mas, de seres normais, com opções diferenciadas). E o julgo de que isso será negativo para a educação desta criança seria precoce, pois visto que, algumas destas mesmas crianças (entre 7 a 10 anos) já começam sofrer preconceitos e até bullyng nas escolas e ruas. Não podemos mascarar a situação por ser tratar de crianças, mas, agirmos com responsabilidades e condições psicológicas para abordamos o assunto. Quando a imprensa retrata o fato como o que acha? Eu diria que ela poderia colher opiniões de Como se deve?Assim, em conjunto, a melhor forma de tratarmos o assunto com respeito e menos mediocridade. Como mãe, a minha pergunta seria: “Porque não, tratarmos do preconceito como uma atividade constante e massacrante? Visto que, o homofobismo seria apenas uma parte deste preconceitos, amanhã teremos kit de raça,pobreza,cultura etc? rsrsr...Acredito que não. Como também não acredito que isso venha resolver o assunto. Acho que hipocresia à parte, e que quanto sociedade, pediria ao nosso ministro da educação para que coloque em vigor uma matéria que resolva de fato a ignorância do nosso povo, que por vista e em horas, possa eu, está inclusa, já que, somos um País cheio de preconceitos enraizados e pouco trabalhado. Por que não, colocarmos em nossa grade uma matéria condizente à “ sociologia e descriminação” (Aí, uma matéria que eu não perderia)rsrsr...Então, hoje com as atuais politicas públicas de nossa educação uma pergunta que não vai se calar...rsrsr...- Temos profissionais capacitados para tal abordagem? Qual a capacitação do profissional para abordar o homobofismo? Vejo que , se não é normal, é no minimo diferenciada...Por que não , ao invés de etapas, não pulemos o muro da polemica, e adotamos uma matéria que abrange toda essa questão. O que temos que rever é toda essa manipulação de que isso poderá mexer com a sexualidade de uma criança, se assim for, então, porque deixam as redes de televisão expressar tal atitudes quando levam aos programas, novelas personagens gays?Como sempre falo, isso tudo é questão de um bom senso...Penso que ser ou não ser homo, não depende do meu vizinho, é mais que isso...Mas, na estamos aqui discutindo essa relação... Então, como pedagoga e mãe, aplaudo a decisão do MEC desde que seja responsável, desde que repense em uma matéria obrigatória de sociologia e descriminação, desde que este kit não agride aos olhos de quem vê, mas que seja tratado de forma natural, pois, faz parte da realidade de qualquer criança, seja por meio de família,amigos, rua,ou pela própria TV... Então, não podemos negar que: Um CD seria no minimo uma educação solta aos ventos, principalmente quando a família não apoia as condições nas quais foram abordadas. Então, estamos dizendo que: A família deve em primeiro lugar serem educadas para tal decisão, e que a responsabilidade parte pressuposto de que a educação terá que atravessar fronteiras familiares, morais,culturais,religiosos etc,etc. Assim, teremos um conjunto de politica a favor de um único bem. Então, estamos falando de mudanças, de soluções em conjunto, e com responsabilidade. Assim sendo, teremos soluções imediatase a priore, canalizada em um único objetivo: Discriminação e preconceito como um todo, e não por etapas. Como pedagoga, arrisco em apostar na depreciação e forma que este kit será abordado por parte dos pais e família, então, como mãe, posso afirmar, que um kit será apenas um kit, se não vier rechegado de contexto e profissionais qualificados para a abordagem. Vamos combinar? Não precisa colocar dois menininhos se beijando para garantir a resposta de que isso é coisa de gay, hoje, nossos alunos, já percebem isso, quando ligam as TVs, o que eles precisam aprender é a se respeitarem cada um em sua especificidade, do mais, é um trabalho em conjunto, família,sociedade e escola.
****Sobre o material didático apelidado de Kit Contra a Homofobia do projeto Escola sem Homofobia, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação, o MEC diz mais sobre o material:
Segundo a assessoria de imprensa do MEC nos explicou um pouco sobre o material que ainda está em fase de testes e conclusão mas que já criou polêmica com um deputado dizendo que o vídeo é para crianças e que os gays querem converter os alunos em homossexuais. Apelidado de Kit Gay, o material não é de acesso direto aos alunos e, ao contrário do que está sendo dito, será disponibilizados por meio dos professores para alunos do Ensino Médio, com idades de 15 a 17 anos. Então, quanto a idade, já sabemos que não é de 7 a 10 anos, como foi divulgado, mas, de 15 a 17.
Cláudia Bispo
Cláudia Bispo

0 comentários:
Postar um comentário