Estamos aquém de uma imprensa elitizada que nos envolve com a sua imparcialidade comercial, atentada para glamourosos padrões de beleza e sofisticação, e informações despercebida e muitas das vezes mascarada pelo preconceito de um sociedade delimitada em poder e liberdade?Ou aos tradicionais tabloides que ilustram uma verdade já declarada pelo povo, com sangue, sofrimentos e pouco a entender?É...Estamos mesmo fabricando fortunas aos cofres de uma imprensa que compreende o seu lado liberto para trocar ou superar um mercado de noticias, quando a informação que o povo necessita deveria ser investigada e altamente cobrada pelos soberanos que descansam no poder atribuído, enquanto a politica se faz valer ao vento que sopra em direção aos maus informados. Estamos falando de informação, quando o seu principio era atentar ao povo, (e digo,brasileiro) sobre a alienação e soberania que pairam ao seu redor. A informação que investiga, busca, grita, concretiza e mostra aos políticos para que vieram. A imparcialidade toma conta de um montante de informações onde, a própria informação e o descaso caminham juntos, e que nos integram a uma rede de corrupção e faz-de-conta , fazendo então, o povo sambar...E quem nos informa, afinal? A elite que propaga as desavenças em que a massa oprimida enfrenta, sem ao menos, fazer-lhe uso da liberdade de busca e fala? Ou pequenos revolucionários (neste caso, não falei de mim, falei?) que tornam a todo o momento a sua voz, um sentimento daqueles que sofrem? Quando falo de revolucionário, poderia estar falando de pequenas tribos, ou de sentimentos de perda, ofensa ou indignação, porém, ainda acho muito pouco. Revolucionar é um ato, quase um sentimento de amor. Amor próprio, amor por aqueles que sofrem, por aqueles que irão certamente sofrer as conseqüência de uma falta de informação, ou de uma informação rodeada de incógnitas onde só entendem aqueles que certamente não precisam...
Penso no romantismo do século XVIII, grandes pensantes, grandes movimentos idealistas, e necessariamente aproveitados. Hegel, em sua tal sabedoria profetizava quando dizia que a leitura é a oração do homem, e assim, poderíamos afirmar que: A informação é o culto a uma nova era.
Pense nisso...E a imprensa não será apenas um comércio,porém, investigava, justificada e, assim,moralmente liberta!
Cláudia Bispo

3 comentários:
Creio que você possui uma leitura equivocada da imprensa...
Por conta de equívocos de setores da imprensa, você resolveu criticar o segmento, como um todo...
Generalizar nuna é bom, porque se comete injustiças.
Realmente existem exageros...
Porém, no geral, a imprensa presta um serviço inestimável à sociedade brasileira.
Obrigado...
Beijos de quem te admira...
RONALDO PACHECO
Meu caro Ronaldo, infelizmente nao estou generalizando, apenas mostrando que: A imprensa está cada vez mais em cima do muro ou legislando em favor próprio. Mas enfim, são pontos de vista, e vc tende a depender tbm o seu.
Bjus
Há anos que jornalistas sérios, que fazem da imprensa um sacerdócio fiel, lutam por uma imprensa livre e comprometida com a verdade. Há tempo que se busca um senso crítico sem sensura dos poderosos. Ou alguém pode discordar qe vivemos uma liberdade de imprensa utópica? Cláudia Bispo não é do segmento, contudo, é mais uma cidadã frustada com aquilo que deveria ser o seu canal de reivindicação.
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