Não viverei como alguém que só espera um novo amor...
Haverá outras coisas, haverá outras formas,
Janelas, portas e almas ...E
Certamente outro modo de entender ... Ouvirei o silencio que há em mim...E quando a lua adormecer,
Irei ao encontro do sol, apreciando os encontros dos passáros no céu...
Não vou viver a espera de um grande amor...
Buscarei no sorriso, a magia de se acolher, e na oportuna condição de feliz...
Olharei as aguas do rio...O vento no tempo...E,
A imensidão do meu viver...
Provocarei em mim, as mais diversas sensações de felicidades!
Apreciando com ternura a criança que inocente surte...
A velhice que abraça as lembranças que livros escrevem...
O doce beijo como da primeira vez...
O amigo a minha espera...
A doce tentativa de ser bem...
O monte que quebra o vale...
O sonho que muda a razão...
A sapiencia do mais querer...
Não morrerei a procura de um novo amor...
Pois diante de mim, o universo, e
Como animal, o faro da virtude,
Irracional, farei chegar ao gozo vivido ao tempo...
Na cegueira que entontesse à alma...
Com estupidez da nostalgia de estar buscando sempre um novo amor,
Para se fazer vida...
Vida que te quero...Hoje te afago como esmero do que me resta viver...
Que seja breve o meu amor, que faz de minha volta, o caminho que insisto seguir...
Ao perceber que já alcancei o meu novo amor, no mesmo amanhecer que vivi...
Por Claudia Bispo
14/03/2009
Um olhar...
Postado por Simplesmente eu às 00:53
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