Quem é este que mata, fere e sangra?
Quem de mim, saiu em busca da perfeição?
Não seria em vão? Se puderes perceber que sou carne, alma e vento,
Ao menos dizer-me o que procuras neste rio...
Além de mim, a quem entrega a alma neste corpo tão frio,
E nesta vida tão nua?
Ah! Puderas eu, sentir-te completamente livre...
Sorriso que outrora encontrou-se em pranto...
Os meus apelos já não são consumido,
como busca inesperada de chamar-me à entrega...
Sou vida, sou livre, sou ser...
Ao encontro das intuições que me afaga...
Desprende o medo...Desvenda os segredos...
Sou fera que reclama, chama e acolhe...
Sentindo a perfeição do sol que brilha...
Desfeito, marcado e solicitado,
O que abriu ... Cicatrizou...Tudo é pretérito....
Sem razão, a alma chora, presa ao lamento do que partiu, resistiu!
Por que sobrevoar nos mais altos arranha céus? Debruçado aos pés...
Caminhando ao vento, atento...
Sustentando o que me faz vida!
Por Cláudia Bispo

Quem de mim, saiu em busca da perfeição?
Não seria em vão? Se puderes perceber que sou carne, alma e vento,
Ao menos dizer-me o que procuras neste rio...
Além de mim, a quem entrega a alma neste corpo tão frio,
E nesta vida tão nua?
Ah! Puderas eu, sentir-te completamente livre...
Sorriso que outrora encontrou-se em pranto...
Os meus apelos já não são consumido,
como busca inesperada de chamar-me à entrega...
Sou vida, sou livre, sou ser...
Ao encontro das intuições que me afaga...
Desprende o medo...Desvenda os segredos...
Sou fera que reclama, chama e acolhe...
Sentindo a perfeição do sol que brilha...
Desfeito, marcado e solicitado,
O que abriu ... Cicatrizou...Tudo é pretérito....
Sem razão, a alma chora, presa ao lamento do que partiu, resistiu!
Por que sobrevoar nos mais altos arranha céus? Debruçado aos pés...
Caminhando ao vento, atento...
Sustentando o que me faz vida!
Por Cláudia Bispo

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